Relato de Experiência
 
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Relatores
 

Nome: Antonia L. M. Guerra    Voltar ao topo
226º divisão
Shibutyô
São Paulo - SP
RELATO: Batalhando com meus afilhados, fazendo graduação abaixo
obtive resposta positiva em minha vida...

               Estou no ensinamento há 10 anos ingressei por motivo de depressão, carma de acidente, vicio de bebida e suicídio. Eu era alcoólatra, brigava com minha mãe e meu irmão, e com todos esses problemas eu sentia vontade de me matar. Meus padrinhos me orientavam que tudo o que eu passava era sofrimento de antepassados e para eliminar esses carmas teria que fazer mitibiki. Então comecei a fazer mitibiki, mas não gostava, por que as pessoas faziam pouco caso e sempre me diziam não. Mesmo assim obtive resposta, minha depressão melhorou e passei a beber menos e as brigas com minha mãe e meu irmão diminuiram. Mas acomodei, e minha madrinha me desafiou: você está muito lerdae que o pouco que fiz, eu ainda não tinha eliminado meu carma, e pelo sofrimento dos meus antepassados ainda não tinha feito o suficiente, e se ficasse parada o carma iria voltar. Retruquei, fando que me sentia pressionada por ela, rebatendo a orientação da minha madrinha... Minha decisão daqui pra frente é de trabalhar junto com afilhados e formar graduados fortes e graduar minha jun-shibutyô a shibutyô.    Voltar ao topo
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Eslaine Ribeiro Lacerda    Voltar ao topo
05ª divisão
Três Lagoas – MS
Graduação - Shibutyô

                Prático o ensinamento há 16 anos, quando minha mãe ingressou nesta prática tinha apenas 5 anos de idade o problema  era alcoolismo, saúde e desarmonia familiar e com a prática os  problemas começaram a solucionar.
Quando completei 12 anos comecei a praticar o  ensinamento obrigada, pois queria rezar, sempre obedeci  minha mãe e fazendo oração passei a perceber o quanto era egoísta, chorona e que não eram as pessoas que não  se aproximavam, mas eu que me isolava de todos, então passei a  rezar realmente de coração, fiz meus primeiros afilhados a qual aprendi a ter gratidão pelos meus pais e antepassados.
Comecei a fazer faculdade e participar da ala jovem  nacional, fiz minha graduação de hozashu, minhas coisas não estavam dando certo, conversei com minha shibutyô  a qual é minha mãe e me orientou para colocar o ensinamento em  primeiro lugar, então comecei a dar assistência aos meus afilhados, as coisas começaram acontecer arrumei emprego e conclui a  faculdade.
Esta pratica nos ensina a viver melhor, aprendi que nós  mulheres temos que fazer papel de mulher lavar, passar, limpar, cozinhar, cuidar das nossas próprias coisas. Quando me tornei shibutyô fui orientada que para completar o papel de mulher teria  que casar. Então passei a fazer nengan para ver se a pessoa que estava  gostando era à pessoa certa e no ultimo dia da penitencia ele arrumou outra namorada, mesmo com essa resposta não  desanimei continuei fazendo nengan. Até que encontrei meu  namorado, o qual é evangélico, mas não implicou com o  ensinamento sempre respeitou a prática.
Iniciei um nengan para que o mundo espiritual me  mostra-se ele era a pessoa certa, ele ingressou no ensinamento,  montou o altar, colheu nomes póstumos, meu pai orientou ele a  rezar 90 dias, começou a fazer oração, mas parou, depois conversamos com minha madrinha superior a qual nos disse para  ele praticar que eu tudo iria dar certo, ele não aceitou muito, continuei meu nengan e dando assistência aos meus afilhados, ficamos noivos no final do ano passado, então conversei com ele para  fazermos oração em forma de agradecimento e a partir do dia  25/12/06 ele começou a praticar o ensinamento, desde então as  coisas estão dando certo. Vamos nos casar em dezembro deste ano.
A prática do ensinamento é tão verdadeira, pois tenho  uma família realmente unida independente das dificuldades da  vida, continuarei praticando este ensinamento, fazendo novos  afilhados e dando assistência, para que minha geração futura também possa ser feliz como sou. Este ensinamento nos da base e força para nos ajudar e principalmente ajudar o próximo.    Voltar ao topo
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Michelle Joany Zopero Santos    Voltar ao topo
27ª divisão
Campo Grande – MS
Graduação – Jun-shibutyô

                Há seis anos pratico esse ensinamento. Entrei na reiyukai porque mesmo morando com meus pais, não falava  com meu pai. Na parte profissional, não sabia o que queria, estava cursando o primeiro ano da  minha segunda faculdade, e tinha muito medo e dificuldades de me relacionar afetivamente.
Uma amiga que já fazia o ensinamento, vendo minha situação me convidava para praticar, mas eu não aceitava. Até que um dia, não vendo mais solução para meus  problemas decidi tentar. A pessoa que me ingressou disse que a pratica consistia em três coisas: recitar o sutra diariamente; contribuir com a mensalidade e oferecer o  ensinamento para outras pessoas que estivessem sofrendo.
Recitar o sutra todos os dias para mim não era nada fácil, ficava com preguiça, deixava como a ultima coisa a ser feita no meu dia, e ia levando. Com o tempo vi que  esse meu comportamento mostrava minha falta de determinação e Constancia em tudo que fazia na minha vida.
Contribuir, com as mensalidades era a mesma coisa, acabava esquecendo e  ficava atrasado, não dava importância. Assim, pude, perceber o quanto era desorganizada, não tinha objetivos, planos e metas para alcançar o sucesso profissional que tanto almejava. Não sabia investir em nada!
Com o tempo senti necessidade de levar o ensinamento para outras pessoas e,  com o afilhado não foi diferente. Achava que não dava conta, que não tinha habilidade para falar com as pessoas, que não sabia me relacionar. E não sabia mesmo!
O medo de errar, o egoísmo, o orgulho fazia com que me fechasse num  mundinho só meu, pois ali acreditava que poderia ser alguém. Só preocupava comigo, não conseguia enxergar os outros, principalmente meus pais. Pensava que meu pai tinha obrigação de me dar tudo porque ele havia me colocado no mundo sem eu pedir.
Caminhando com afilhados fui enxergando minha conduta e principalmente o sentimento com pessoas, eles estavam mostrando eu. Vi o quanto só me aproximava da minha família quando estava precisando de ajuda e depois virava as costas para eles. Não tinha gratidão nenhuma. Percebi também o quanto cobrava dos outros, queria tudo do meu jeito, não aceitava orientação. Enxerguei principalmente, minha forma de abordar as pessoas, geralmente não conseguia ser compreendia, pois quando pedia os outros achavam que estava mandando, quando orientava entendiam que estava brigando, com isso entendi que não sabia ouvir o outro.
Então fui entendendo melhor meu pai, vendo que cobrava dele coisas que ele não tinha aprendido e, comecei a agradecê-lo por ter me dado a vida, amor, educação, casa, estudo e boas condições para viver. Entendi que ele dedicou a vida dele no trabalho para  oferecer isso aos filhos, e fez do jeito que ele sabia. Hoje, agradeço muito a ele. Vivemos  bem e muita coisa mudou na minha família. Hoje rezo diariamente pela sua saúde e pela sua vida.
Profissionalmente, muitas portas se abriram. Formei-me e em seguida fui contratada pela própria universidade e convidada para trabalhar no consultório junto com  um professor, pelo qual tenho muita gratidão. Hoje tenho metas e planos, já sei que  caminho percorrer e como percorrer para ser bem sucedida.
Tenho a certeza de que são meus afilhados e o meu compromisso com essa  prática que me ajuda lutar contra o egoísmo, a enfrentar os obstáculos e a vencer minha tendência ao isolamento. Como lido com saúde mental vejo como as pessoas estão adoecendo e entristecendo. Estão  cada vez mais individualistas, materialistas e sem  tempo para viver e se perceber. Os jovens estão se perdendo no meio do caminho, assim como nossa sociedade.
Entendi com esse ensinamento, que por meio de culto aos antepassados, de ouvir e ajudar outras pessoas, nós estamos criando jovens de coração puro e rezando para o  desenvolvimento do Brasil e da paz mundial.
Espero com esse ensinamento, ter permissão para continuar a caminhada de  mudança interior e de conduta, e que essa mudança possa atingir meu coração.
Portanto, reforço aqui a minha decisão de ajudar meus afilhados e oferecer essa graduação para salvar e iluminar os meus antepassados. Decido ficar shibutyô ainda este ano.    Voltar ao topo
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